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contador não atualizado!! IV Encontro da ANPPAS - junho de 2008 - Brasília-DF --- Seja Benvindo!!
 
    4, 5 e 6 de junho de 2008
Brasília-DF
 
 
   IV ENANPPAS - Encontro da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Ambiente e Sociedade
 
IV Encontro da ANPPAS - junho de 2008 - Brasília-DF --- Seja Benvindo!!

IV Encontro da ANPPAS - junho de 2008 - Brasília-DF --- Seja Benvindo!!



Trabalhos completos apresentados nos Grupos Temáticos, Coordenadores e Ementas

Acesse abaixo os trabalhos apresentados no IV Encontro Nacional da Anppas

Clique no título do GT para obter mais informações e acessar os trabalhos:

GT1) Agricultura, riscos e conflitos ambientais
GT2) Conflitos relativos ao uso de recursos naturais
GT3) Conhecimento local e meio ambiente
GT4) Energia e meio ambiente
GT5) História, sociedade e meio ambiente no Brasil
GT6) Justiça ambiental, conflito social e desigualdade
GT7) Manejo comunitário de recursos naturais
GT8) Meio ambiente construído
GT9) Meio ambiente, sociedade e educação
GT10) Mídia e ambiente
GT11) Modernidade, riscos e meio ambiente
GT12) Água: atores sociais, gestão e territorialidade
GT13) Relações internacionais e ambiente
GT14) Saúde e ambiente
GT15) Teoria e ambiente
GT16) Turismo, ambiente e sociedade


GT1) Agricultura, riscos e conflitos ambientais

Coordenadores:
Alfio Brandenburg(UFPR) e Julia Guivant(UFSC)

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Sinópse
O mundo rural, em especial a produção agrícola, vem passando por transformações relacionadas com as mudanças tecnológicas, as formas de produzir, de organização social, de ocupação de espaço e de relação com a natureza. Nesse contexto, diferentes atores sociais com interesses conflitantes se expressam  e desenvolvem práticas sociais que envolvem riscos de natureza diversa, assim como também se observa um crescente espaço na produção orgânica e agroecológica, procurando menores riscos tanto para a saúde humana quanto para o meio ambiente. Estes processos não podem ser analisados de forma restrita ao contexto do meio rural devido a complexas relações entre produtores e demandas diversas, cada vez mais globalizadas, de parte de consumidores. O GT tem por objetivo discutir essas mudanças privilegiando os temas relativos à produção e consumo de alimentos, envolvendo diferentes atores e redes sociais. As formas de lidar com os riscos socioambientais deverão estar no centro do debate proposto pelos artigos a serem encaminhados ao GT, podendo incluir analises teóricas, avaliações do estado da arte das pesquisas no Brasil e no mundo e estudos de caso, que podem privilegiar abordagens multi e interdisciplinares.


GT2) Conflitos relativos ao uso de recursos naturais

Coordenadoras:
Lúcia da Costa Ferreira (UNICAMP/ SP) e Neide Esterci (UFRJ).

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GT3) Conhecimento local e meio ambiente

Coordenadoras:
Edna Castro (UFPA) e Vincenzo Lauriola (INPA)

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GT4) Energia e meio ambiente

Coordenador:
Célio Bermann (IEE/USP/SP)

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GT5) História, sociedade e meio ambiente no Brasil

Coordenador:
José Augusto Pádua (UFRJ)

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Sinópse
O GT pretende explorar as diferentes dimensões da relação entre sociedade e meio ambiente no processo histórico brasileiro. Pretende estimular o diálogo entre historiadores, antropólogos, sociólogos, ecólogos e outros especialistas com base em análises que focalizem a transformação das práticas, mentalidades e dos problemas ambientais ao longo do tempo. O GT estará aberto para trabalhos que abordem qualquer aspecto ou marco cronológico da história sócio-ambiental brasileira, seja ao nível temático ou regional. Mas os trabalhos serão selecionados e as sessões organizadas com base na busca pela promoção de análises comparativas.

Entre os temas potencialmente analisados pode-se mencionar as dinâmicas históricas de desflorestamento e degradação do território; as conseqüências ambientais das fronteiras agrícolas; os impactos das atividades de mineração e projetos infraestruturais ao longo do tempo; a evolução das práticas, idéias e mentalidades relativas à natureza e ao meio habitado; a evolução histórica das políticas ambientais e do ativismo ambiental; o uso de bacias, biomas e espaços como recorte historiográfico etc.


GT6) Justiça ambiental, conflito social e desigualdade

Coordenadores:
Henri Acselrad (UFRJ)  e Selene Herculano (UFF)

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Sinópse

Perspectivas críticas da sociologia do meio ambiente sugerem que a exposição das populações aos riscos ambientais não é eqüitativa. Assinala-se a vigência de desigualdade nas condições de acesso dos diferentes setores da população à proteção ambiental: são mais atingidos aqueles que têm menos acesso aos processos de decisão política e aos mecanismos de regulação da localização de atividades potencialmente danosas ao meio ambiente. Seriam correntemente penalizados habitantes de áreas desvalorizadas e degradadas, com acesso restrito ao fornecimento de água, esgoto e infra-estrutura urbana. Nesta ótica, formas simultâneas de opressão são associadas às injustiças ambientais decorrentes da natureza inseparável das opressões de classe, raça e gênero. Aos mais pobres corresponderiam condições de existência mais degradadas devido à ação de um duplo mecanismo: 1) as populações de menor renda são pressionadas a se localizar em áreas de maior risco e menos atendidas por infraestrutura e 2) as fontes de risco e de grande impacto ecológico tendem a se concentrar em áreas habitadas por grupos sociais menos capazes de se fazer ouvir no espaço público e de se deslocar para fora do circuito de risco. A desigualdade ambiental resultaria, assim, da adoção de determinadas políticas, ou da omissão das políticas ante a ação seletiva das forças de mercado, que produzem impactos socialmente desproporcionais, intencionais ou não intencionais, concentrando os riscos ambientais sobre os mais despossuídos. Processos não-democráticos de elaboração e aplicação de políticas sob a forma de normas discriminatórias, prioridades não discutidas e vieses tecnocráticos, via de regra produzem conseqüências desproporcionais sobre os distintos grupos sociais, justificando novos modos de avaliar os efeitos desiguais dos processos privados de decisão, dos programas governamentais e das ações regulatórias de agências públicas.


GT7)Manejo comunitário de recursos naturais

Coordenadora:
Tereza Ximenes (UFPA/NAEA) e
Olympio Barbanti (PUC/Minas Gerais)

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Sinópse
Este GT tem por objetivo reunir trabalhos voltados para o estudo de sistemas de manejo e gestão de recursos naturais com base comunitária. Pretende-se fomentar debates sobre modelos de gestão comunitária dos bens comuns e de fatores que propiciam a coesão para ação coletiva, ou a desagregação e o conflito social, bem como os enfoques teóricos que sustentam formas de intervenção em processos de colaboração/conflito associados ao uso integrado e sustentável dos recursos naturais, em diferentes contextos que propiciam o entendimento de estratégias de adaptação a mudanças climáticas.


GT8) Meio ambiente construído

Coordenadora:
Maria de Lourdes Costa (EAU-UFF)

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Sinópse
O tema do Evento Mudanças Ambientais Globais abre um amplo campo de reflexões  sobre as interferências antrópicas no meio, seja pela diversidade, seja pelas particularidades que pode encerrar. Neste sentido, se as recuperações históricas relativas ao Meio Ambiente Construído já suscitam visão articulada entre campos do conhecimento, na contemporaneidade trazem efeitos bastante visíveis em relação a fenômenos sócio-espaciais, políticas e modelos adotados, ações, gestões governamentais, em diferentes escalas.   
Com a finalidade de analisar as questões que tratam do tema, sobressaem as novas formas de uso e ocupação do solo na urbanização dispersa, acentuadas na última década, revelando questionamentos importantes sobre a respectiva produção social do espaço. A constatação suscita uma revisão na formulação de recursos teórico-metodológicos quanto às novas formas de aglomeração das populações e, consequentemente, de suas relações com os meios natural e construído. Também surgem outras questões em face da apreensão e adoção de modelos, trazendo  contribuições no âmbito das investigações, com produtos já elaborados ou em fase de elaboração, a partir de trabalhos provenientes da pesquisa acadêmica, na busca de respostas adequadas às questões urbano-ambientais.


GT9) Meio ambiente, sociedade e educação

Coordenadores:
Maria Rita Avanzi (DEA/MMA), Isabel Cristina de Moura Carvalho(ULBRA) e Luiz Antonio Ferraro Jr.(UEFS)

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Sinópse
Este GT pretende fomentar o debate sobre as concepções e práticas educativas que têm se constituído no campo ambiental, compreendido como espaço complexo de relações sociais, materiais e simbólicas, envolvidas na disputa pelos sentidos sobre a questão ambiental na sociedade contemporânea. Pretende-se contribuir para a explicitação e discussão dos diferentes pressupostos políticos e epistemológicos que fundamentam intervenções sociais de natureza educativa e que concorrem para a construção de uma esfera de conhecimento e ação dita "ambiental", a qual tem buscado legitimar-se como um novo paradigma (interdisciplinar, transversal) válido no campo do conhecimento e da intervenção educativa.


GT10) Mídia e ambiente

Coordenadores:
Antonio Almeida (ESALQ-USP/ SP) e Thales de Andrade (UFSCar/SP)

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Sinópse
O interesse do GT consiste em propiciar um espaço de discussão sobre as relações de diferentes mídias com a problemática ambiental. Setores do jornalismo, Internet, publicidade, marketing e produtores culturais vêm aperfeiçoando linguagens e narrativas diversas de modo a incorporar temáticas sobre sustentabilidade, mudanças ambientais e preservação, o que representa um grande campo de reflexão para comunicadores, cientistas sociais e educadores interessados nessa discussão.
O GT mídia e ambiente pretende propiciar um espaço para reflexões teóricas e estudos empíricos sobre programas televisivos, textos impressos, estratégias publicitárias, uso de novas tecnologias e etc, relacionados a problemas ambientais.



GT11) Modernidade, riscos e meio ambiente

Coordenadores:
Joel Paesel(UFSC) e Tade-Ane de Amorin(UFSC)

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Sinópse
A segunda metade do século XX, sobretudo, marcou uma inflexão na crítica da modernidade que obrigou reconsiderar a relação entre progresso e meio ambiente em diversas esferas da sociedade. Nesse contexto, o processo de desenvolvimento foi vinculado à geração de danos irreversíveis, deslocando o problema do risco para o centro da teoria social. Assim, novas temáticas, como biotecnologias, segurança alimentar, mudanças climáticas, nanotecnologia, dentre outras, emergiam nas ciências sociais. Ao mesmo tempo verificava-se a paulatina redefinição da agenda política, econômica e científica em vários países, associada a uma gradativa incorporação de novos valores na vida social. Em atenção à emergência dessas transformações, a proposta do GT é organizar um espaço interdisciplinar para discutir as interfaces entre riscos e meio ambiente no contexto do desenvolvimento da modernidade. O objetivo é reunir e debater contribuições teóricas e resultados de pesquisa a fim de compor o esforço de estudiosos preocupados com o entendimento das interseções entre ambiente e sociedade.


GT12) Água: atores sociais, gestão e territorialidade

Coordenadores:

Gisela Pires (UFRJ) e Ana Paula Fracalanza (USP/SP)

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Sinópse
O GT Água: atores sociais, gestão e territorialidade tem por objetivo propiciar tanto a troca de informações e debates, como a construção de uma rede de pesquisadores interessados na temática e nos desafios abertos pela investigação interdisciplinar relacionada à questão da água
O conjunto de trabalhos apresentados tanto nos encontros da ANPPAS como nas reuniões intermediárias que se realizam nos interstícios daqueles encontros podem ser agrupados em cinco eixos:

  • Relações entre as políticas ambientais e territoriais na gestão de águas
  • Conflitos e negociação na gestão compartilhada de recursos hídricos
  • Mudanças institucionais e regulação dos recursos hídricos
  •  Governança e Ação local na gestão de águas
  • Água e Relações Internacionais: impasses e perspectivas

O GT vem realizando  reuniões intermediárias regulares desde sua criação. No último encontro, realizado no Rio de Janeiro, no período de 28 a 30 de agosto de 2007, as discussões levaram os participantes a considerarem a importância de explicitar no nome do Grupo de Trabalho a dinâmica envolvendo o elemento natural água. Nesse sentido, foi aprovada a alteração do nome do GT, de “Recursos Hídricos: atores sociais, gestão e territorialidade”, para Água: atores sociais, gestão e territorialidade. Por trás dessa mudança está a compreensão de que a dinâmica social expressa muito mais do que a utilização do recurso em si, mas estrutura-se e reestrutura-se em sua relação com a água.
Para o IV Encontro da ANPPAS, que será realizado no período de 4 a 6 de junho de 2008, em Brasília, convidamos os interessados a discutirem as questões permanentes que dizem respeito à temática do GT, assim como a de inventar caminhos para uma participação efetiva nas reflexões que dizem respeito à crise ambiental, de maneira mais ampla.


GT13) Relações internacionais e ambiente

Coordenador:

Wagner Costa Ribeiro (USP/ SP)

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Sinópse
O GT Relações internacionais e meio ambiente visa congregar pesquisadores e alunos de pós-graduação que estudem as convenções internacionais sobre meio ambiente, sua dinâmica e principais atores. Também abrigará trabalhos que discutam a implementação de tais instrumentos no Brasil. Além disso, serão apreciados artigos que analisem experiências de cooperação internacional promovidas entre países, por agências multilaterais ou por atores não governamentais. Do ponto de vista teórico, serão estimulados temas como gestão compartilhada de recursos naturais, cooperação internacional, soberania, governança, ordem ambiental internacional, multilateralismo e regime internacional, entre outros.



GT14) Saúde e ambiente

Coordenadores:
Francisco Mendonça (UFPR) e Sônia Regina da Cal Seixas Barbosa (UNICAMP/ SP)

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Sinopse
As condições de saúde-doença das populações decorrem de uma série de elementos e fatores que atuam ora isoladamente, ora conjuntamente. Os serem humanos estabelecem, permanentemente, trocas de influências com a natureza, com outros grupos humanos, e ao mesmo tempo com ambos, o que demanda um enfoque multi e interdisciplinar na abordagem do processo saúde-doença das populações. Na perspectiva de tomar a saúde humana como uma questão complexa, pluridimensional e multi-escalar é que o GT Saúde e Ambiente foi estruturado dentro da ANPAS. Neste sentido o GT tem recebido contribuições que tratam, sobretudo, de aspectos do processo saúde-doença das populações sob o enfoque da epidemiologia, da saúde pública, da medicina, da geografia – sociologia – historia – antropologia da saúde nos estudos de casos, ou da interação de vários campos do conhecimento. A intensificação das relações sociais no processo de globalização, ao lado das preocupações com as mudanças globais nas últimas décadas, tem despertado o interesse mais direto para os estudos das chamadas doenças re-emergentes, as neoplasias, as políticas de saúde, etc Estudos de caráter interdisciplinar enfocando temas mais clássicos também tem sido debates nas reuniões deste GT.


GT15) Teoria e ambiente

Coordenadores:
Leila da Costa Ferreira (UNICAMP/SP), Dimas Floriani (UFPr) e João Luiz Hoeffel (USF/SP)

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Sinópse
São priorizados neste GT aspectos teóricos e metodológicos que envolvem o debate sobre natureza-sociedade, desenvolvimento e ação social. Os fundamentos epistemológicos no tratamento da questão sócio-ambiental também são valorizados, bem como a relação entre teoria e empiria, uma vez que os problemas teóricos são também problemas práticos, de intervenção social, que são produzidos e apropriados pelas sociedades e pelos grupos e indivíduos, nas dimensões locais, nacionais e internacionais. A recepção da questão sócio-ambiental por parte das diversas áreas de conhecimento (ciências humanas, sociais e da natureza) tanto disciplinares como de fronteira do conhecimento (multi, inter e transdisciplinares) e dos possíveis diálogos de saberes entre as ciências e os demais conhecimentos também são elementos de reflexão e análise deste GT. Interessa acompanhar esse  debate no interior das ciências humanas e particularmente nas ciências sociais, com ênfase nas teorias sociológicas, antropológicas, políticas, do direito ambiental e das  geografias. O avanço do debate teórico sobre aspectos do desenvolvimento social em conexão com a dimensão sócio-ambiental – incluindo as distintas concepções de natureza e sociedade em conflito de apropriação e produção de sentidos – ganha especial interesse quando se faz um diálogo constante com as pesquisas empíricas que também se obrigam a dialogar com as teorias.


GT16) Turismo, ambiente e sociedade

Coordenadores:
Maria Tereza Duarte Paes-Luchiari(UNICAMP)
Célia Serrano (Instituto Pró-Museu do Meio Ambiente)

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Sinópse
A atividade turística é um fenômeno sócio-cultural e econômico que é agente e objeto de mudanças sócio-ambientais no âmbito do território. Este processo possui várias escalas, podendo atuar nas dimensões locais, regionais, nacionais e globais, o que nos coloca uma urgência na elaboração de reflexões, políticas e ações voltadas à compreensão e à prevenção, minimização e reversão de tais mudanças.
Tomando estas questões como centrais, o Grupo de Trabalho “Turismo, Ambiente e Sociedade” da ANPPAS propõe-se a discutir os conflitos de legitimidade e eficácia dos instrumentos e das estratégias conservacionistas que envolvem a atividade turística em suas relações com o patrimônio ambiental, assim como acolher as reflexões voltadas para a compreensão dos processos sócio-espaciais que têm lugar nas relações, muitas vezes complexas e contraditórias, entre a patrimonialização da natureza e a turistificação dos lugares.